Brasita na Bienal de Veneza

Mais uma vez a Brasita esteve presente na Bienal de Veneza.

Além de conferir a consagrada mostra e aguçar ainda mais o seu olhar com as formas e os projetos inusitados que compõem o evento, a empresária Ádria De Dea (na foto, com sua assistente de vendas Fernanda Heidemann) não só pintou por lá como também bordou uma vibrante parceria. Desta vez, com a obra de um ícone cult dos anos 60 e 70 que vem tendo um “revival” na Europa.

Adria e Fernanda na Bienal de Veneza
Adria e Fernanda na Bienal de Veneza

Por enquanto, há uma aura de mistério envolvendo as negociações, como é de praxe. Mas logo que os contratos estiverem assinados e “il brevetto” firmado, será anunciada a boa nova. Ou a nova paixão.

Afinal, a aliança entre design e tecnologia sempre foi o “leit motiv” de Ádria e Giorgio, esse casal sonhador e empreendedor que, no início, importava macarrão e tecidos para aplacar a saudade da região de Veneto. Isso, na década de 90.

Hoje a Brasita - sediada em Joinville, cidade que é o maior pólo industrial de Santa Catarina - é a maior importadora de móveis italianos no Brasil e referência no setor de arquitetura de interiores. Em seus espaços encontram-se nomes como Patricia Urquiola, Philippe Starck, Ron Arad, Tord Boontje, Konstantin Grcic, Ferrucio Laviani, Ross Lovegrove e Tokujin Yoshioka. Todos manufaturados por fábricas italianas  conceituadas, como Driade, Moroso, Bonaldo, Pedrali, Sintesi, Gaber, Sitland, Casprini, Gervasoni, Mathias, Rosseto e Arrmet.

Peças que se impõem nos ambientes com sua estética indiscutível e permanente contemporaneidade.

E, quem diria, esse festival de design que de Joinville se disponibiliza para o resto do Brasil nasceu de uma saudade.  Ou, “come direbbe il nonno”, a Brasita nasceu de uma certa “malinconia”.

Vindos para o Brasil em 1991, Adria e Giorgio viram na importação uma forma de manter vivo o vínculo com a bela Itália, a província de Padova, a região do Veneto.

E quem saiu ganhando com toda essa melancolia foram os consumidores brasileiros.

Bienal de Veneza
Bienal de Veneza

Por isso, poderia-se dizer, sem sombra de dúvida e feito criança num jogo de bate-e-rebate que, se a Brasita foi pra Bienal de Veneza, logo, logo, a Bienal de Veneza estará entre nós, dentro de nossas casas.

Ou melhor, na Brasita.

Perché? Perché sí. E basta!

Sonia Cezaro
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A Brasita convida você a entrar nesse mundo mágico do design.
Venha conhecer as criações atemporais dos mestres da Bauhaus, obras de artistas visionários e, ao que parece, para sempre contemporâneos.

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