A Brasita lançará em breve os tecidos e estampas do renomado designer Ken Scott, ícone e referência mundial no design têxtil por sua originalidade e explosão de cores, hoje presentes nos mais variados segmentos.
George Kenneth Scott (1919-1991), mais conhecido como Ken Scott, nasceu em Indiana (EUA) e foi um dos protagonistas da moda italiana e internacional nos anos 60 e 70.
Ainda jovem, Ken Scott estudou na Parsons School of Design em Nova York. No entanto, foi na Europa que, apesar da vida boêmia que levava, Scott estreou no design têxtil com a parceria de Joe Martin, criando padrões florais únicos e jamais vistos. Essas estampas foram escolhidas por Christian Dior para a sua coleção de alta costura na Primavera-Verão de 1954.
Com técnica apurada e muito complexa para a época (onde imprimia em doze cores quando a maioria das empresas têxteis eram capazes de imprimir em apenas seis cores), Ken Scott sofreu várias tentativas de plágio, porém frustradas, já que nunca atingiram o mesmo efeito da alegre exuberância de suas cores e desenhos florais.
Com o sucesso de suas estampas, Ken Scott vestiu as maiores celebridades da época, como Jackie Kennedy, Audrey Hepburn, Brigitte Bardot, Peggy Guggenheim e Lara St. Paul. Lançou também vestidos feitos na mais eclética gama de materiais, entre o nylon e o crepe, mas foi o uso de tecidos sintéticos, como o Ban Lon Jersey, que lhe trouxeram fama como o criador da modernidade e da cor. Scott foi ainda o primeiro a imprimir motivos florais em lã para ser usada no vestuário.
Hoje a marca e as peças desenhadas por Ken Scott, considerado um “cult” da moda, estão presentes em muitas linhas de produtos “Made in Italy”, onde seus tecidos também se tornaram pavimentos, paredes e mobiliários.
Os seus desenhos originais são conservados pela Ken Scott Foundation, criada em 1989 e responsável pela continuidade de seu trabalho. Ken Scott, bem como um pintor, foi também um perfeito jardineiro, com uma grande paixão por tudo o que ele adorava: Flores.
Viajando através da história e do costume internacional, a imprensa definiu Scott como “o jardineiro da moda”. E a revista Time complementa sua magnificência durante uma entrevista em 1968 onde cita que “Ninguém se atreve a colocar uma cor próxima a outra do jeito que ele faz”.





